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Sou fiscal Anti Bullying

 

Nos dias atuais as crianças brasileiras são inseridas no universo escolar e precisam se adaptar ao um novo ambiente cada vez mais cedo. Conviver num ambiente social mais abrangente, a partir da interação com professores e outras crianças trará processos que poderão fortalece-la ou fragiliza-la. O modo inicial da criança se relacionar nesse novo sistema social é legitimado pelo modo peculiar como os membros de sua família interagem entre si e com o mundo, suas relações, suas preferências, sua religião, classe social, enfim, sua cultura familiar, e, logo receberá também influências do ambiente escolar.

Para a escola, constitui um desafio no seu cotidiano, manter a harmonia entre seus membros, mediar situações de conflitos de maneira a garantir a liberdade e dignidade de todos, tendo em vista tantas pessoas advindas de culturas familiares diversificadas.  Nesse contexto de interações podem surgir algumas dificuldades como o fenômeno Bullying, recentemente estudado Brasil e já considerado problema social. O termo Bullying é oriundo da palavra inglesa Bully (valentão, brigão, tirano).   O Bullying não é qualquer situação de conflito entre estudantes, mas “caracteriza-se pelo conjunto de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, numa relação de desigualdade, onde o mais forte submete o mais frágil a sofrimento físico ou psíquico” (FANTE, 2003). Entre as diversas situações de compõem o Bullying estão os apelidos e comentários vexativos ou preconceituosos, grafites depreciativos, isolamento social consciente ou premeditado, atos de ridicularizar, zombar, ameaçar ou até mesmo bater. O Bullying não qualquer situação de conflito, segundo Cléo Fante, “O Bullying é um conceito específico e muito bem definido, uma vez que não deixa confundir com outras formas de violência. Isso se justifica pelo fato de apresentar características próprias, dentre elas, talvez a mais grave, seja a propriedade de causar traumas ao psiquismo de suas vítimas e envolvidos”. Por isso é necessário um trabalho de esclarecimento sobre seu conceito, suas causas e consequências e não apenas isto, mas também a busca pelo conhecimento da realidade da escola, uma realidade que não está revelada, mas que necessita de agentes perspicazes e conhecedores dos seus papéis.

Casos de Bullying se perpetuam por haver diversos fatores, para o agressor (falta de empatia, falta de limite na educação familiar, desestruturação na família, patologia psíquica etc.) e para a vítima (medo, timidez, impunidade, etc.). Um trabalho educativo de prevenção e intervenção poderá minimizar bastante estes casos e até extingui-los, mas para tanto é necessário um empenho de toda comunidade, tendo em vista que a escola é a principal, mas não a única responsável no trabalho contra o Bullying.  Por entender toda problemática que envolve o Fenômeno Bullying e assumindo a demanda de uma escola com mais de mil estudantes, o Colégio Presbiteriano Quinze de Novembro iniciou em 2016, o projeto institucional de combate ao Bullying, “Amai-vos uns aos outros”, estruturando um trabalho de prevenção e intervenção, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, com o objetivo de desenvolver, junto a toda comunidade escolar, desde a educação Infantil até o Ensino Médio, reflexões sobre convivência, respeito e especificamente sobre o Bullying, seguidas de ações de combate ao fenômeno, gerando assim, hábitos de relações interpessoais mais saudáveis, que produzirão um ambiente escolar mais seguro e harmônico, garantindo a liberdade e a dignidade para todos. O projeto também pretende: esclarecer o que de fato é Bullying, distinguindo-o de situações de conflito corriqueiras, e ainda de situações de conflito com potencial para tornarem-se casos de Bullying; estimular o desenvolvimento da empatia; desenvolver a competência relacional; melhorar a dinâmica de grupo, no ambiente escolar; orientar professores e colaboradores quanto à resolução e mediação de conflitos. orientar professores, equipe de apoio, estudantes quanto à prevenção, identificação e intervenção em casos de Bullying;

Dentre as atividades propostas estão: palestras e oficinas para os pais, professores, colaboradores e estudantes; campanha de combate ao Bullying; inserção do combate ao Bullying, como tema integrante da Semana Pedagógica; elaboração de uma cartilha de orientação para pais, professores, colaboradores e estudantes;

 

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